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Dermatologista Tânia Nely Rocha realiza palestras no 66º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia

A médica dermatologista da clínica Diversità Dermatologia, Dra. Tânia Nely Rocha, participou do 66º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, realizado em Florianópolis, Santa Catarina, entre os dias 3 e 6 de setembro. No segundo dia do evento, Dra. Tânia ministrou palestra durante o simpósio “Desordens da pigmentação”, com o tema “Excimer laser no tratamento do vitiligo”. Ela também ministrou palestra no simpósio “Psicodermatoses” sobre “Abordagens das dermatoses crônicas: aspectos da vivência”, no dia 5.

O congresso reuniu os principais especialistas de diversas áreas da Dermatologia, que apresentaram avanços, novas técnicas e tratamentos. “O evento foi uma oportunidade de compartilhar conhecimentos, promover a atualização científica entre os profissionais da Dermatologia, além de debatermos sobre as novidades em técnicas e tratamentos para as doenças de pele”, conta Tânia.

A programação foi dividida em conferências, cursos teóricos, cursos práticos em vídeo, painel de procedimentos ao vivo, simpósios, apresentações de trabalhos científicos e sessões especiais como “Tire suas dúvidas com os departamentos”, na qual os participantes do evento puderam conhecer mais sobre cada subespecialidade da Dermatologia.

Outro destaque do 66º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia foi a participação de um respeitável grupo de palestrantes internacionais e uma programação abrangente e atual, contemplando todos os segmentos da dermatologia, com ênfase em clínica dermatológica. Médicos de todo o país aderiram ao evento e as inscrições se esgotaram três meses antes da realização do Congresso.

Excimer Laser no tratamento do vitiligo

Na palestra realizada durante o simpósio “Desordens da pigmentação”, a dermatologista Tânia Nely Rocha falou sobre os benefícios da utilização do Excimer Laser para o tratamento do vitiligo e de outras dermatoses. De acordo com ela, esta tecnologia é a mais apropriada para quem tem menos de 20% do corpo acometido por tais lesões.

“O laser auxilia na eliminação de grande parte das células inflamatórias, os linfócitos T, que estão causando a doença, e estimula a migração dos melanócitos dos pelos para a epiderme. As aplicações são indolores e feitas, aproximadamente, duas vezes por semana”, revela. O tempo de tratamento e o número de sessões dependem da extensão, da quantidade de lesões e da doença. “O ideal é que as aplicações se iniciem precocemente”, finaliza.

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